Juro futuro diminui alta, mas fecha com ganho na BM&F

A desaceleração das perdas das bolsas americanas amenizou ritmo de alta verificado no mercado de juros futuros, uma vez também passado o leilão de papéis prefixados do Tesouro Nacional. Os contratos mais longos, onde concentram-se investidores estrangeiros e cujas taxas operavam com alta de mais de 1% mais cedo, terminaram abaixo das máximas. O contrato de depósito interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2010 encerrou projetando taxa de 12,07% ao ano, ante 11,97% ao ano; o DI para janeiro de 2008 fechou a 12,16% ao ano. Ontem, este mesmo DI terminou a 12,15% ao ano. O DI de janeiro de 2009, que no dia anterior encerrou a 11,96% ao ano, tinha taxa de 12,05%. O comportamento dos DIs passou o dia alinhado aos demais ativos. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que chegou a cair mais de 4%, hoje, também diminuiu o ritmo de baixa no período da tarde, enquanto o dólar inverteu a alta e passou a cair. Em Nova York, as baixas das bolsas também era mais modestas. Segundo analistas, a notícia de que o setor industrial americano cresceu em fevereiro ajudou a diminuir o nervosismo causado pelos mercados asiáticos e pelos rumores de problemas com créditos hipotecários. No Brasil, o leilão de prefixados que o Tesouro fez no meio do dia foi uma pressão a menos para as taxas futuras de juros.

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