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Juro futuro encerra em queda, após dados dos EUA

Os juros futuros corrigiram hoje boa parte dos exageros de ontem, quando o mercado perdeu os parâmetros de preço. A taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) de janeiro de 2008, o mais negociado na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) fechou em 15,80% ao ano, contra os 16,65% de ontem. Mesmo com essa desaceleração, é um patamar superior à taxa Selic atual, de 15,75% ao ano, que pode ser reduzida no próximo dia 31. Nos EUA, os dados divulgados hoje mostraram um crescimento econômico moderado, sem pressão inflacionária forte, o que favorece o sentimento de alívio, mas os mercados ainda vão continuar de prontidão. No Brasil, o resultado fiscal de abril superou as estimativas e agradou os investidores, que também se mostram mais tranqüilos diante dos leilões de títulos atrelados à inflação do IPCA (NTN-B). O segundo leilão simultâneo de compra e venda de Notas do Tesouro Nacional da série B (NTN-B, título atrelado ao IPCA) foi bem recebido, já que ofereceu uma porta de saída aos detentores dos papéis. Outra boa notícia do dia foi o superávit primário do setor público consolidado em abril (R$ 19,426 bilhões), que superou largamente o teto das previsões (R$ 13 bilhões).

Agencia Estado,

25 de maio de 2006 | 16h11

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