Laboratórios Dasa tem lucro de R$ 5,1 mi no 2º trimestre

A Diagnósticos da América (Dasa) registrou lucro líquido de R$ 5,1 milhões no segundo trimestre de 2006, o que significou um aumento de 1,3% em relação ao mesmo período do ano passado. O lucro bruto foi de R$ 54,6 milhões, com margem de 33,9%. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) subiu 9,7%, para R$ 31,8 milhões. A receita líquida somou R$ 161,7 milhões, aumento de 20,9%. A empresa encerrou o trimestre com patrimônio líquido de R$ 453,2 milhões e caixa líquido de R$ 5,8 milhões.A Dasa é a maior empresa de análises clínicas e de diagnósticos por imagem do setor privado na América Latina. A empresa possui 216 unidades de atendimento, que realizam mais de 3 mil diferentes exames de análises clínicas e de diagnósticos por imagem. A Dasa informou em comunicado que houve ligeira redução no ritmo de crescimento da receita segundo trimestre, por causa do menor número de dias úteis em função dos feriados prolongados do mês de abril e pelos horários diferenciados de atendimento durante os jogos da Copa do Mundo, em junho.O tíquete médio por requisição continuou crescendo, basicamente em conseqüência do aumento da participação dos exames de imagem no mix de serviços. Assim, alterações no volume de pacientes atendidos afetam em maior grau as unidades existentes, que possuem um mix de exames mais rico, com forte participação de serviços de imagem. Houve aumento de 8,2% no volume de requisições em relação ao segundo trimestre de 2005, resultado da abertura de novas unidades e das aquisições realizadas no período.A empresa informou que, mesmo com três laboratórios centrais a mais e maior número de unidades de atendimento, foi possível obter melhoria de custo, por meio do aumento de produtividade, ganhos de escala e sinergias operacionais. Assim a margem bruta subiu 0,09 ponto, para 33,9%.Nas despesas operacionais, houve incremento de 26,6% sobre o segundo trimestre de 2005, em função de maiores gastos em projetos das áreas administrativas, como preenchimento de cargos executivos, maiores gastos em tecnologia, os processos de certificação ISO 14.001 e OHSAS 18.001, atualização dos sistemas administrativo, financeiro e de análises clínicas.

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