Mão de obra volta a subir e pressiona alta do INCC-M

O Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M), apurado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), avançou em novembro ao passar de uma variação de 0,20% em outubro para 0,30% em novembro. Neste mês, o grupo Mão de Obra voltou ao subir, ao passar de 0% em outubro para 0,22% em novembro.

KARLA SPOTORNO, Estadão Conteúdo

25 de novembro de 2014 | 09h17

De acordo com a FGV, o acréscimo na taxa de variação do grupo Mão de Obra foi consequência do reajusta salarial em Recife. De fato, a taxa de variação do INCC-M na capital pernambucana passou de 0,30% em outubro para 2,27% em novembro.

Já o grupo Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 0,40%, desacelerando o ritmo inflacionário. Em outubro, o indicador havia variado 0,43%. Dentro deste índice, o item relativo a Materiais e Equipamentos subiu 0,27% neste mês, ante 0,53% em outubro. O indicador referente a Serviços teve elevação de 0,89% em novembro, ante 0,05% no mês anterior.

Entre as maiores influências de alta do INCC-M de novembro, estão os itens projetos (de 0,01% para 1,46%), ajudante especializado (de 0% para 0,26%), refeição pronta no local de trabalho (de 0,20% para 1,92%), servente (de 0% para 0,27%) e esquadrias de alumínio (de 0,79% para 1,08%).

Já entre as maiores influências de baixa estão vergalhões e arames de aço ao carbono (de 0% para -0,35%), massa corrida para parede (de 1,31% para -0,62%), placas cerâmicas para revestimento (de 0,55% para -0,34%), massa de concreto (de -0,17% para -0,09%) e tubos e conexões de ferro e aço (de 0,83% para -0,12%).

O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

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