Brendan McDermid/Reuters
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Megainvestidor diz que ação da Apple deveria valer US$ 240, quase o dobro do valor atual

Carl Icahn, um dos dez maiores investidores da Apple, publicou carta aberta ao presidente-executivo da companhia para pedir um programa de recompra de ações ampliado

Reuters

19 Maio 2015 | 09h49

O investidor bilionário Carl Icahn afirmou que a ação da Apple está sendo negociada a um preço "drasticamente subavaliado" e que o papel deveria estar valendo US$ 240, quase o dobro do preço atual. Nesta segunda-feira, as ações da Apple eram negociadas por cerca de US$ 130.

O papel se valorizou em mais de 25% desde outubro, quando Icahn afirmou pela primeira vez que a ação estava subavaliada.

Icahn também publicou uma carta aberta ao presidente-executivo da Apple, Tim Cook, para pedir para a companhia promover um programa de recompra de ações ampliado, retornando a um tema antigo que defendia anteriormente.

Após pressão de Icahn e de outros investidores ativistas, a Apple ampliou um programa de recompra de ações em abril de US$ 90 bilhões para US$ 140 bilhões e aumentou o dividendo trimestral em 11%, para US$ 0,52 por ação.

"A Apple está posicionada para entrar, e em nossa visão, dominar duas novas categorias (a televisão no próximo ano e veículos em 2020) que representam um mercado de US$ 2,2 trilhões, uma visão que investidores não parecem levar em consideração", disse Icahn, um dos dez maiores investidores da Apple, na carta.

Representantes da Apple não responderam de imediato pedidos de comentários sobre as declarações de Icahn, que também não estava disponível para falar sobre o assunto.

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