Mercado financeiro volta a ficar na defensiva com EUA

O mercado financeiro do Brasil voltou a ficar na defensiva em relação à economia norte-americana. O indicador de vendas no varejo dos Estados Unidos de julho, divulgado hoje, apontou alta de 1,4%, a maior aceleração em seis meses. Ao sinalizar que a economia do pais pode não estar se desaquecendo tão rapidamente quanto se esperava, o dado renovou as preocupações com a possibilidade de a alta dos juros do Fed (o banco central dos EUA). A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) acompanha o desempenho negativo das bolsas de Nova York. Às 15h30, o Ibovespa, principal índice da Bovespa, caía 1%, aos 36.980 pontos. Nos EUA, o índice Dow Jones perdia 0,60% e o Nasdaq, -0,85%. No câmbio, a moeda à vista negociada na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) recuava 0,03%, a R$ 2,158, enquanto o dólar comercial subia 0,23%, cotado a R$ 2,165. Nos juros, o contrato de depósito interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2008 (o mais negociado) na BM&F apresentava leve alta a 14,41% ao ano, ante 14,39% ao ano.

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