Metais básicos operam em direções divergentes

Os contratos futuros de metais básicos operam em direções divergentes nesta quarta-feira, após alerta feito pelo Banco Mundial sobre a economia da China, enquanto os investidores aguardam a decisão de política monetária do Federal Reserve.

AE, Estadão Conteúdo

29 de outubro de 2014 | 10h05

O Banco Mundial anunciou hoje que acredita que a China deve reduzir sua previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 para 7%, "sugerindo que o país deve se focar mais em reformas do em atingir metas específicas de expansão", afirmou Vicky Sanders, da Marex Spectron.

Outro foco do mercado é a decisão de política monetária do Federal Reserve, prevista para 16h (de Brasília). A expectativa é que o BC dos EUA anuncie o fim das compras mensais de ativos e mantenha uma linguagem favorável a juros baixos no comunicado.

Na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses recuava 0,1%, para US$ 6.786,50 por tonelada métrica, há pouco. Ontem, o metal havia ganhado terreno por causa de ameaças de greve em minas no Peru e na Indonésia. O alumínio tinha alta de 0,3%, a US$ 2.002,50 por tonelada, o zinco recuava 0,01%, para US$ 2.255,75 por tonelada, o níquel subia 0,2%, para US$ 15.582,00 por tonelada, o chumbo avançava 0,2%, para US$ 2.037,50 por tonelada, e o estanho ganhava 1,0%, para US$ 20.055,00 por tonelada.

O contrato de cobre para dezembro negociado na Comex tinha alta de 0,08%, para US$ 3,0955 por libra-peso, às 10h (de Brasília). Com informações da Dow Jones

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