Metais básicos operam em direções divergentes

Metais básicos operam em direções divergentes

Enquanto o cobre sofria uma baixa de 0,5% e o alumínio de 0,2%, o zinco mantinha sua operação estável; outros metais também caíram

AE, Estadão Conteúdo

02 de janeiro de 2015 | 08h52

Os contratos futuros de metais básicos operam em direções divergentes nesta sexta-feira, diante de preocupações com a economia chinesa e expectativas de que as autoridades no país deverão aplicar novas medidas de estímulo.

Diante de indicadores econômicos fracos, analistas e investidores acreditam que as autoridades chineses devem se movimentar para anunciar novas medidas de apoio à economia.

Dentre as evidências mais recentes de enfraquecimento, o índice de atividade dos gerentes de compras (PMI) do setor industrial da China caiu para 50,1 em dezembro, de 50,3 em novembro, afirmou a agência nacional de estatísticas. A queda no PMI oficial foi divulgada após o indicador semelhante medido pelo HSBC mostrar baixa para 49,6 em dezembro, de 50,0 no mês anterior.

Por volta das 8h (de Brasília), o cobre para três meses na London Metal Exchange (LME) tinha queda de 0,5%, a US$ 6.270 por tonelada. O alumínio cedia 0,2%, para US$ 1.849,50 por tonelada, o zinco operava estável a US$ 2.177 por tonelada, enquanto o níquel tinha queda de 0,8%, a US$ 15.035 por tonelada. O chumbo perdia 0,8%, a US$ 1.842 por tonelada, enquanto o estanho se desvalorizava 1,6%, a US$ 19.075 por tonelada.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para março subia 0,16%, a US$ 2,8300 por libra-peso, às 8h45 (de Brasília). Fonte: Dow Jones Newswires.

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