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Metais básicos têm forte alta

Na rodada livre de negócios da tarde da LME, o contrato do cobre para três meses subiu 1,83%, para US$ 7.382,00 por tonelada

Gustavo Nicoletta, da Agência Estado,

17 de agosto de 2010 | 17h10

Os preços dos contratos futuros dos metais básicos fecharam em forte alta, impulsionados por dados que mostraram um aumento maior que o previsto no número de obras residenciais iniciadas nos EUA e também uma recuperação na produção industrial norte-americana.

 

Na rodada livre de negócios (kerb) da tarde da London Metal Exchange (LME), o contrato do cobre para três meses subiu US$ 132,50, ou 1,83%, para US$ 7.382,00 por tonelada. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do cobre para dezembro avançou US$ 0,0580, ou 1,76%, para US$ 3,3585 por libra-peso, com mínima de US$ 3,2975 e máxima de US$ 3,3710 ao longo da sessão.

 

Entre outros metais básicos negociados na LME, o contrato do chumbo para três meses fechou em alta de US$ 36,00, a US$ 2.130,00 por tonelada, enquanto o contrato do zinco subiu US$ 51,00, para US$ 2.123,00 por tonelada. O contrato o alumínio avançou US$ 22,00, para US$ 2.140,00 por tonelada, enquanto o contrato do níquel ganhou US$ 430,00, para US$ 21.950,00 por tonelada. O contrato do estanho fechou em alta de US$ 205,00, a US$ 21.300,00 por tonelada.

 

Pela manhã, dados divulgados pelo Departamento de Comércio dos EUA mostraram que o número de obras residenciais iniciadas no país aumentou 1,7% em julho ante junho, enquanto analistas esperavam uma expansão de 0,2%. Além disso, o Federal Reserve anunciou que a produção industrial norte-americana cresceu 1,0% em julho, ante expectativa de avanço de

0,7%.

 

Os dois indicadores são acompanhados de perto pelos investidores dos mercados de metais básicos e oferecem suporte em particular ao cobre, que é utilizado tanto pelo setor de manufatura quanto pelo de construção.

 

Analistas, no entanto, demonstraram dúvidas a respeito da consistência do recente avanço nos preços tendo em vista as preocupações com a situação macroeconômica mundial. "Estamos relutantes em perseguir a alta atual por acreditarmos que os mercados tem como obstáculo a redução no ritmo de crescimento econômico", afirmou o analista Edward Meir, da MF Global.

 

Entre os metais preciosos, o contrato do ouro para dezembro subiu US$ 2,10, ou 0,17%, para US$ 1.228,30 por onça-troy, impulsionado pela apreciação do euro em relação ao dólar, mas com o movimento de alta limitado pelos dados positivos a respeito da economia dos EUA, que injetaram um pouco de confiança no mercado e reduziram a demanda por ouro e outros ativos considerados seguros. As informações são da Dow Jones.

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