Metais seguem limitados com temor sobre economia global

Para analistas, dados mais fracos sobre atividade do setor de manufatura e de serviços na zona do euro justificam falta de vigor do mercado

Cynthia Decloedt, da Agência Estado,

23 de agosto de 2010 | 08h43

Os metais básicos seguem limitados pelas preocupações com a desaceleração econômica global e com pouco volume de negócios. Na London Metal Exchange (LME), operadores citavam os números divulgados sobre a atividade dos negócios no setor de manufatura e de serviços na zona do euro, mais fracos em agosto, para justificar a falta de vigor do mercado. "Esses temores de uma recessão de duplo mergulho são realmente o principal fator orientando os preços", disse o analista do Calyon Metals, Robin Bahr.

Às 8h52 (de Brasília), o contrato de dezembro do cobre negociado na Comex caía 0,27% para US$ 3,3025 por libra peso. Mais cedo, próximo às 7h53 (de Brasília), o contrato para três meses do cobre negociado na LME estava em alta de 0,1%, a US$ 7.262,75 a tonelada. O alumínio avançava 0,9% para US$ 2.058,00 a tonelada. O zinco caía 0,05% para US$ 2.057,00 a tonelada, o chumbo avançava 0,3% para US$ 2.062,00 a tonelada, o níquel subia 0,2% para US$ 21.510,00 a tonelada e o estanho ganhava 0,14% para US$ 20.679,00 a tonelada.

As oscilações dos estoques foram relativamente modestas na LME nesta segunda-feira, com o alumínio mostrando a maior queda, de 4.675 toneladas, para o nível ainda extremamente elevado de 4,46 milhões de toneladas. O cobre encontrou certa sustentação nos dados sobre a importação de cobre em julho pela China, que subiram 6% para 224.723 toneladas. Analistas atribuíram o crescimento a uma aceleração nos investimentos na rede elétrica e importações de arbitragem. As informações são da Dow Jones.

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