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Na Europa, índices das bolsas saem das mínimas

As bolsas europeias fecharam sem direção única depois que indicadores econômicos melhores que o esperado nos Estados Unidos forneceram certo alívio para os investidores e tiraram os índices acionários das mínimas. De todo modo, ainda persistiu o tom de cautela antes da reunião do Federal Reserve da próxima semana em razão dos temores sobre um aperto na política monetária norte-americana.

Agencia Estado

13 de junho de 2013 | 14h17

O índice Stoxx Europeu 600 caiu 0,1%, para 290,51 pontos, e acumula queda de 3,5% desde o início de junho. As bolsas europeias iniciaram a sessão com fortes quedas, refletindo o movimento negativo visto nos mercados de ações asiáticos - especialmente no Japão, onde o índice Nikkei da Bolsa de Tóquio despencou mais de 6%. Além disso, o Banco Mundial cortou suas projeções de crescimento da economia global para 2,2% neste ano, de 2,4% esperado anteriormente.

Dados divulgados nos EUA mostraram que as vendas no varejo local subiram 0,6% em maio, ante previsão de alta de 0,4%. Em outra boa notícia, os pedidos de auxílio-desemprego no país recuaram para 334 mil, melhor do que as previsões de 350 mil solicitações. Embora os dados sejam animadores, os investidores deverão continuar cautelosos até a reunião do Fed na próxima semana. "A volatilidade deverá continuar alta devido a temores de redução de liquidez dos bancos centrais mundiais junto com um lento crescimento global", afirmou a ETX Capital.

O índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, subiu 0,08%, ou 5,18 pontos, e fechou em 6.304,63 pontos. O índice CAC-40, da Bolsa de Paris, fechou em alta de 0,11%, ou 4,28 pontos, aos 3.797,98 pontos. O índice DAX, da Bolsa de Frankfurt, recuou 0,59%, ou 47,88 pontos, para 8.095,39 pontos. Na Bolsa de Madri, o índice Ibex-35 cedeu 0,64%, ou 52,10 pontos, para 8.071,70 pontos. O índice PSI-20, da Bolsa de Lisboa caiu 0,58%, ou 33,37 pontos, para 16.116,34 pontos. Na Bolsa de Milão, o índice FTSE-MIB avançou 0,58%, ou 92,31 pontos, para 16.116,34 pontos.

As ações das mineradoras foram destaque da sessão em Londres, se recuperando após três sessões de perdas pesadas. Evraz, ENRC e Vedanta Resources subiram 5,1%, 3,2% e 3,1%, respectivamente. O banco RBS também apresentou grandes oscilações durante a sessão e terminou o dia com baixa de 3,26% depois de anunciar ontem que o executivo-chefe, Stephen Hester, deixará o cargo no fim do ano.

ThyssenKrupp caiu 2,4% em Frankfurt, depois de revelar problemas no Brasil que os operadores temem poder prejudicar a venda da CSA. Em Paris o destaque foi Capgemini, que subiu 4,4% em razão das expectativas com uma melhora nos mercados da empresa e com um evento com investidores na próxima semana.

As ações negociadas em Madri foram afetadas pela notícia de que os preços das moradias caíram 6,6% no primeiro trimestre deste ano, ante os três últimos meses de 2012, o que marca o maior declínio desde 2007. Os bancos lideraram as perdas, com Banco Popular cedendo 4,2%. Já em Milão o leilão de bônus soberanos que atraiu forte demanda de investidores em busca de altos retornos levou Mediobanca a subir 2,9% e Intesa Sanpaolo a fechar com alta de 2,6%. Portugal Telecom recuou 3,6% em Lisboa. Fonte: Dow Jones Newswires.

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