Noticiário interno e nos EUA ajuda juro futuro a recuar

O noticiário brasileiro e do exterior sustenta a recuperação do mercado de juros, que abriu em baixa. Às 10 horas, o contrato de depósito interfinanceiro (DI) - tradicionalmente o mais negociado na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) - tinha taxa de 11,78% ao ano, de 11,80% do dia anterior. O principal indicador do dia, o de novas obras residenciais iniciadas nos Estados Unidos, superou as estimativas, ajudando a reduzir o temor de desaquecimento do setor imobiliário norte-americano. Houve crescimento de 9% em fevereiro, superando a previsão de aumento de 3%. Os números mexeram com os índices futuros das bolsas norte-americanas: o S&P 500 chegou a operar em alta, mas voltou a recuar; e o Nasdaq futuro subia. Internamente, as boas notícias vieram do campo inflação. A segunda prévia do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de março veio dentro do previsto e ficou em 0,24%, ante 0,19% da primeira prévia. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) referente à segunda parcial deste mês ficou em 0,24%, abaixo do piso das previsões.

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