Ouro fecha estável diante da menor tensão na Europa

Os contratos de ouro fecharam quase estáveis, pressionados pelos sinais de menor tensão no Leste Europeu e no Oriente Médio.

DANIELLE CHAVES, Estadão Conteúdo

11 de agosto de 2014 | 16h50

Após relatos de que soldados russos se afastaram da fronteira com a Ucrânia, o governo de Kiev aceitou o envio de ajuda humanitária liderada pela Cruz Vermelha, incluindo suprimentos da Rússia, para a cidade de Donetsk. O exército ucraniano também informou que está perto de retomar a cidade dos separatistas.

O anúncio de um novo cessar-fogo de 72 horas entre Israel e o Hamas também ajudou a reduzir a demanda por ativos seguros, como o ouro. Negociadores das duas partes, mediados pelo Egito, voltaram a conversar em busca de um acordo de paz de longo prazo.

Enquanto isso, os EUA continuaram fazendo ataques aéreos no norte do Iraque durante o fim de semana. Os ataques tiveram sucesso no objetivo de conter, ao menos temporariamente, o avanço do grupo radical sunita Estado Islâmico, de acordo com o secretário de Defesa norte-americano, Chuck Hagel.

De todo modo, as incertezas geopolíticas limitaram a queda do ouro. "Tudo se acalmou, mas nenhum desses eventos chegou ao fim e eles podem se reacender a qualquer momento", observou Ira Epstein, corretor do Linn Group em Chicago.

Na Comex, o ouro para dezembro caiu US$ 0,50 (0,04%), para US$ 1.310,50 por onça-troy, enquanto a prata para setembro subiu US$ 0,15, para US$ 20,10 por onça-troy. (Com informações da Dow Jones Newswires)

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