Papéis da Perdigão e Sadia lideram baixas na Bovespa

Novo dia morno para os negócios na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que operava com alta de 0,82% e com volume fraco, de R$ 451 milhões às 12h04. O projetado para o fim do dia é de R$ 1,38 bilhão. Entre as quedas, destacam-se as ações ordinárias da Perdigão, com baixa de 4%, para R$ 25,90. Desde a sexta-feira, quando a Sadia comunicou ao mercado que retirou a oferta hostil (não esperada) pela concorrente, os papéis da Perdigão devolvem os fortes ganhos acumulados com a perspectiva da venda. Sadia PN recuava 1,67%. Hoje é dia da estréia das ações da pré-operacional MMX na bolsa paulista. Pelo fato de a empresa ainda estar em fase de iniciar seus projetos, a tendência é que os papéis tenham pouca liquidez, aguardando por eventos da empresa. Também por volta de meio-dia, MMX ON perdia 1,84%, cotada a R$ 800,00, com R$ 23 milhões negociados em 29 operações. O empresário Eike Batista, em cerimônia na Bovespa, informou que pretender fazer da MMX Mineração e Metálicos a quarta maior mineradora do mundo em volume e a segunda melhor em qualidade no médio e longo prazo. Segundo o executivo, o R$ 1,030 bilhão obtido com a oferta pública inicial é suficiente para tocar os três projetos da empresa, e recursos adicionais poderiam ser empregados em novas compras. ?Esse volume, somado aos US$ 2,7 bilhões já obtidos com financiamentos bancários, garante a execução dos três projetos?, afirma. O executivo disse ainda que não há necessidade de voltar ao mercado para captar novos recursos e concluir a execução dos três sistemas. Entre as altas, estavam: Eletropaulo PN + 3,30%; Embraer ON + 2,8%; BRT Participações PN + 2,76%. Hoje a Embraer fechou acordo para a venda de 30 aviões EMBRAER 175 à Republic Airlines. O negócio eleva para 78 o número de pedidos confirmados e 75 opções o total de E-Jets sob encomenda da Republic. De acordo com o comunicado, essas aeronaves constavam originalmente como opções no contrato entre a Embraer e a US Airways, posteriormente revisado. Com o consentimento da Embraer, a US Airways transferiu à Republic o direito de compra desses aviões. A encomenda foi bem recebida pelo mercado, apesar de alguns operadores ressaltarem que a Embraer foca, recentemente, a venda de modelos 190.

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