Petróleo cai em Nova York, a US$ 73,80, após relatórios

Os contratos futuros de petróleo são negociados em baixa, após uma breve aceleração da alta, na seqüência da divulgação de dados sobre estoques do produto e derivados na semana até 7 de julho nos Estados Unidos. Os relatórios deram subsídios para os dois lados: compradores ou vendedores. No cálculo do Departamento de Energia (DoE), os estoques de gasolina caíram 400 mil barris, enquanto o Instituto Americano de Petróleo (API)calculou um aumento de 1,366 milhão de barris. A previsão média para a variação nos estoques de gasolina era de redução de 500 mil barris. Esses números limitaram o estrago da queda pronunciada no nível dos estoques norte-americanos de petróleo bruto. O DoE registrou uma baixa acentuada de 6 milhões de barris, um declínio bem mais acentuado do que a diminuição esperada de 1,4 milhão de barris. O API, por sua vez, indicou recuo de 3,042 milhões de barris. No pano de fundo está a apreciação vigorosa do dólar perante o iene, diante da redução das expectativas de aperto monetário no Japão. O dólar também subia ante o euro. Como o petróleo é denominado em dólar, a apreciação da divisa gera um obstáculo para alavancar os preços do petróleo. Por volta do meio-dia, o contrato do petróleo para agosto cedia 0,49%, para US$ 73,80 por barril, na Nymex, em Nova York. O contrato da gasolina de mesmo vencimento recuava 0,34%, a US4 2,1850 por galão. Na ICE Futures Exchange, em Londres, o contrato tipo Brent recuava 0,38%, a US$ 73,38 por barril. As informações são da Dow Jones.

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