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Petróleo devolve ganhos, mas fecha em alta

Contratos fecharam em alta impulsionados pelo fato de o Parlamento da Alemanha ter aprovado as modificações no fundo de resgate europeu

Gustavo Nicoletta, da Agência Estado,

29 de setembro de 2011 | 18h27

Os preços dos contratos futuros do petróleo fecharam em leve alta, impulsionados pelo fato de o Parlamento da Alemanha ter aprovado as modificações no fundo de resgate europeu que haviam sido propostas pelas autoridades europeias em julho deste ano e também por indicadores positivos sobre a economia dos Estados Unidos.

O contrato do petróleo para novembro negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) subiu US$ 0,93, ou 1,14%, para US$ 82,14 por barril. Na plataforma ICE, o contrato do petróleo tipo Brent para novembro avançou US$ 0,14, ou 0,13%, para US$ 103,95 por barril.

A aprovação das mudanças na Linha de Estabilidade Financeira Europeia (EFSF, em inglês) pelo parlamento da Alemanha no início do dia diminuiu as preocupações com a possibilidade de um default da Grécia, oferecendo suporte aos preços da commodity e a uma série de ativos. Dados que mostraram um declínio muito maior que o previsto no número de norte-americanos que entraram com pedido de auxílio-desemprego na semana passada também contribuíram para o impulso.

No começo do pregão, os preços do petróleo chegaram a subir mais de 3% na Nymex, para cerca de US$ 84 o barril, mas depois devolveram parte dos ganhos, acompanhando o declínio observado nas bolsas norte-americanas. No horário de fechamento do mercado de petróleo, o índice Dow Jones operava em leve alta, mas estava 246 pontos abaixo da máxima da sessão.

No momento, o mercado de ações e as condições da economia são os fatores por trás dos movimentos nos preços do petróleo", disse Carl Larry, diretor de pesquisas e derivativos da Blue Ocean Brokerage. Apesar dos indicadores macroeconômicos positivos divulgados hoje, o Departamento de Energia dos EUA divulgou que a demanda por gasolina em julho ficou no menor nível em onze anos. Durante o período, que coincide com as férias de muitos norte-americanos, geralmente o consumo do combustível aumenta. "Ainda há muita incerteza", disse Phil Flynn, estrategista de mercado da PFG Best Research.

Analistas da Cameron Hanover disseram em uma nota que "no final da semana passada, apenas a tendência de queda importava aos mercados de petróleo. No início desta semana, o excesso de vendas e os níveis de suporte estavam em foco. Agora? Não temos certeza do que temos". As informações são da Dow Jones.

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