Petróleo fecha em alta com problemas em refinarias

Os preços do petróleo fecharam em alta, puxados por problemas em refinarias nos EUA e pelo relatório mensal da Agência Internacional de Energia (AIE), que prevê um aumento da demanda da commodity, citando os mercados da China e do Oriente Médio. Ao mesmo tempo, a AIE alertou que o consumo global de petróleo poderá novamente superar a nova oferta de petróleo em três anos, se não forem adotadas políticas para administração da demanda. "As dificuldades nas refinarias estão ajudando os preços junto com a AIE, pois sempre que se fala em demanda na China as pessoas prestam atenção", disse Aaron Kildow, da Prudential Financial. Os futuros de óleo de calefação e gasolina deram estímulo aos preços do petróleo, em reação às notícias de que a refinaria Marcus Hook da Sunoco na Pensilvânia foi desligada, além do incêndio na refinaria Delaware City da Valero, em Delaware. Na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos de gasolina para março fecharam a US$ 1,6091 por galão, em alta de 564 pontos, ou 3,63%, enquanto os contratos de óleo para aquecimento para março subiram 478 pontos, ou 2,91%, para US$ 1,6932 por galão. No pregão viva-voz da Nymex, os contratos de petróleo para março avançaram US$ 1,25, ou 2,16%, e fecharam a US$ 59,06 por barril. A mínima foi de US$ 57,90 e a máxima de US$ 59,60. Em Londres, na ICE Futures, os contratos de petróleo Brent para março fecharam a US$ 57,03 por barril, em alta de US$ 0,43, ou 0,76%. A mínima foi de US$ 56,10 e a máxima de US$ 57,16 por barril. As informações são da Dow Jones.

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