Petróleo fecha em queda, mas contrato de agosto sobe

Os contratos de petróleo para agosto fecharam em alta na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês), no dia de seu vencimento. Os contratos para os meses seguintes, porém, voltaram a cair, mantendo o movimento de baixa dos últimos dias. Segundo operadores, o recuo dos futuros de petróleo ocorrido nos últimos dias se deve à diminuição dos temores de alastramento dos conflitos envolvendo Israel (contra os palestinos em Gaza e na Cisjordânia e contra o Líbano). "Obviamente, a guerra é perturbadora, mas os operadores ficaram mais acostumados com o noticiário", disse Pete Donovan, da Vantage Trading. Para o analista Mike Fitzpatrick, da Fimat Futures, o mercado está na expectativa em relação aos desdobramentos da guerra e o fato de os futuros de petróleo não terem caído abaixo dos US$ 72 por barril reflete essa preocupação. "Qualquer recuo é uma correção e deve ser visto como oportunidade de compra. A situação no Oriente Médio vai piorar ainda mais, antes de melhorar", disse Fitzpatrick. Na Nymex, os contratos de petróleo para agosto fecharam a US$ 73,08 por barril, em alta de 0,58% (US$ 0,42); a mínima foi em US$ 72,05 e a máxima em US$ 72,66. Os contratos para setembro fecharam a US$ 74,27 por barril, em queda de 0,67% (US$ 0,50), com mínima em US$ 74,15 e máxima em US$ 75,30. Em Londres, os contratos do petróleo do tipo Brent para setembro fecharam a US$ 73,72 por barril, em baixa de US$ 0,18, com mínima em US$ 73,36 e máxima em US$ 74,72. As informações são da Dow Jones.

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