Petróleo fecha quase estável com dados de China e EUA

Os contratos futuros de petróleo negociados na New York Mercantile Exchange (Nymex) fecharam com leve queda nesta quinta-feira, 23, após reduzirem as perdas com dados positivos dos EUA que compensaram um indicador ruim da China.

Agencia Estado

23 de maio de 2013 | 17h08

O contrato de petróleo mais negociado, com vencimento em julho, recuou US$ 0,03 (0,03%) e fechou a US$ 94,25 por barril. Na plataforma eletrônica ICE, o barril do petróleo do tipo Brent para julho recuou US$ 0,16 (0,15%), fechando a US$ 102,44.

O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) industrial HSBC da China caiu para 49,6 na leitura preliminar de maio, de 50,4 em abril. A leitura não só foi a mais baixa em sete meses como também apontou a primeira contração no setor manufatureiro chinês neste ano, já que o dado ficou abaixo de 50.

No entanto, os dados dos EUA que se seguiram vieram bons e ajudaram na recuperação dos preços do petróleo. As vendas de moradias novas subiram 2,3% em abril ante março para o segundo maior volume desde julho de 2008, enquanto o preço médio dos imóveis atingiu um recorde. Além disso, o índice de preços de moradias medido pela Agência Federal de Financiamento Imobiliário (FHFA, na sigla em inglês) aumentou 1,3%, mais do que a alta de 0,8% esperada.

Também houve melhora no mercado de trabalho dos EUA, segundo dados que mostraram queda para 340 mil no número de pedidos de auxílio-desemprego na semana passada, apesar de o resultado da semana anterior ter sido revisado para cima. O último indicador foi divulgado no começo da tarde: o índice de atividade industrial do Fed de Kansas City subiu para 2 em maio, em território positivo após sete meses de contração e acima das projeções dos analistas de alta para 1. As informações são da Dow Jones.

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