Petróleo fecha quase estável, superando temores

Os contratos futuros de petróleo devolveram os ganhos iniciais e fecharam quase estáveis na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), com o arrefecimento das preocupações relacionadas à interrupção na produção de uma refinaria na costa do Golfo do México e ao fechamento de um canal de navegação na Louisiana, segundo operadores e analistas. O fechamento do canal de navegação Calcasieu forçou quatro refinarias na região a reduzirem sua produção, alimentando uma acentuada alta nos futuros de gasolina e levando os futuros de petróleo bruto a subirem acima de US$ 71,00 o barril pela segunda vez esta semana. Contudo, nenhuma das refinarias afetadas pediu ajuda ao governo, em forma de empréstimo de petróleo, e os operadores concluíram que o impacto não será duradouro. "Os operadores não sentem que aquelas interrupções serão prolongadas ou severas o suficiente para terem um efeito duradouro no mercado", disse o presidente da Cameron Hanover, Peter Beutel. O volume negociado foi relativamente fraco. Mesmo os futuros de gasolina terminaram o dia bem abaixo das máximas. Na Nymex, os contratos de gasolina para julho fecharam a US$ 2,1276 o galão, alta de 96 pontos (0,45%), depois de terem registrado uma máxima de US$ 2,1450. Os contratos de petróleo para agosto fecharam a US$ 70,87 o barril, alta de US$ 0,03 (0,04%). A mínima foi de US$ 70,50 e a máxima de US$ 71,30. Em Londres, no sistema eletrônico da ICE Futures, os contratos de petróleo Brent para agosto fecharam a US$ 68,08 o barril, queda de US$ 1,87. A mínima foi de US$ 68,08 e a máxima de US$ 70,38. As informações são da Dow Jones.

Agencia Estado,

23 de junho de 2006 | 17h34

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