Petróleo opera estável com sanções contra Rússia

Os contratos futuros de petróleo operam perto da estabilidade na manhã desta sexta-feira, após a União Europeia anunciar a implementação de novas sanções contra a Rússia. Além disso, há um impulso de alta, direcionado pelas tensões na Síria. Contudo, as perspectivas de baixa demanda da commodity nos mercados pesam nos contratos.

LUCAS HIRATA, COM INFORMAÇÕES DA DOW JONES, Estadão Conteúdo

12 de setembro de 2014 | 09h09

As medidas punitivas europeias visam setores de petróleo e defesa do país. As sanções incluem três companhias petrolíferas controladas pelo Estado: OAO Gazpromneft, OAO Transneft e OAO Rosneft.

A UE indicou que as sanções podem ser revertida se um cessar-fogo no leste da Ucrânia levar a uma solução mais permanente, entretanto há preocupações de que a Rússia pode retaliar com medidas punitivas contra importações de carros e outros bens de consumo.

Enquanto isso, a agitação continua na Síria tendo em vista que a Rússia, principal aliado internacional do país do Oriente Médio, disse que ataques aéreos norte-americanos contra as forças islamitas na Síria seriam ilegais. Os EUA estão tentando construir uma coalizão internacional para enfrentar os militantes do movimento Estado islâmico.

Por outro lado, a baixa demanda por petróleo levou as principais agências de previsão a reduzir sua expectativa de crescimento da demanda neste ano. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e a Agência Internacional de Energia (AIE) diminuíram as suas expectativas nesta semana.

Às 8h50 (de Brasília), o Brent para outubro recuava 0,10%, a US$ 97,98 por barril, na plataforma eletrônica ICE, enquanto na Nymex, o petróleo para o mesmo mês subia 0,26%, a US$ 93,07 por barril.

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