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Petróleo sobe com dólar fraco e oferta menor na Europa

Preços eriam subido após enfraquecimento do dólar devido a fala  do presidente do Banco Central Europeu

07 de junho de 2013 | 08h01

Os contratos futuros de petróleo caminham para fechar a primeira semana em alta desde meados de maio, depois que o dólar mais fraco e o aperto no mercado provocou aumento nos preços, embora modestos.

"A redução da oferta na Europa sustenta os preços do petróleo, assim como o aumento da demanda nos EUA. A combinação desses dois fatores é a receita perfeita para um avanço dos preços", escreveram analistas da PVM em nota a clientes.

Analistas do Commerzbank, por sua vez, comentaram que os preços do petróleo receberam impulso especial do enfraquecimento do dólar depois que o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, se mostrou mais otimista ontem com relação à perspectiva econômica para a zona do euro.

A força do iene também tem influência nos ganhos do petróleo. "Os grandes movimentos do iene continuaram durante a madrugada. Hoje o foco naturalmente será o relatório de empregos dos EUA e os números serão seguidos por muitos comentários sobre se os dados aumentam ou não a chance de o Federal Reserve desacelerar o programa de relaxamento quantitativo", afirmaram analistas da Petromatrix.

O campo de petróleo Buzzard, um dos maiores e mais importantes no Mar do Norte, foi brevemente paralisado no fim de semana passado e novamente ontem, segundo fontes. A perda do petróleo de Buzzard vai contribuir para um aumento nos preços do brent, pois amplia as preocupações com uma oferta limitada.

Mais um fator positivo para os preços, segundo analistas do JBC Markets, é a questão das refinarias. "Aparentemente as refinarias europeias são capazes de proteger melhor os mercados domésticos", disseram. As refinarias da Europa sofreram dura pressão desde que a crise econômica da zona do euro começou.

Às 7h50 (de Brasília), o petróleo para julho negociado na Nymex subia 0,52%, a US$ 95,25 por barril, enquanto o brent para julho avançava 0,52%, a US$ 104,15 por barril. Fonte: Dow Jones Newswires.

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