Petróleo tem leve alta, sustentado por Ucrânia e Líbia

Os futuros de petróleo operam em ligeira alta, sustentados por tensões na Ucrânia e Líbia, mas o avanço é contido pela ampla oferta da commodity. "Os eventos na Ucrânia deixaram claro que a Europa é muito dependente da Rússia para suprir suas necessidade energéticas e que a Rússia é muito dependente da demanda europeia por energia. Ambos os lados precisam diversificar", comentou David Hufton, da corretora PVM, em nota a clientes.

Agencia Estado

20 de maio de 2014 | 07h36

Neste começo de semana, o prêmio de risco tem sido menor do que em algumas semanas anteriores, com poucas notícias concretas da Ucrânia e Rússia que possam gerar reações no mercado de petróleo.

A Líbia, por outro lado, tem mostrado mais volatilidade nos últimos dias. Após o governo líbio dar várias garantias de que o país voltaria a produzir petróleo em seus principais campos, novos episódios de violência diminuíram as chances de que isso realmente aconteça. Segundo o analista Malcolm Graham-Wood, as petrolíferas Total e Sonatrach começaram a retirar funcionários da Líbia.

Às 7h05 (de Brasília), o brent para julho subia 0,10%, a US$ 108,48 por barril, na plataforma eletrônica ICE, em Londres. Na Nymex, o contrato de petróleo mais líquido, o de julho, avançava 0,13%, a US$ 102,24 por barril, enquanto o de junho, que vence hoje, tinha alta de 0,12%, a US$ 102,73 por barril. Fonte: Dow Jones Newswires.

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