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Petróleo tem maior nível em 9 meses por Oriente Médio

Os contratos futuros de petróleo negociados na New York Mercantile Exchange (Nymex) fecharam em alta modesta nesta terça-feira, 18, atingindo o maior nível em nove meses em meio a tensões no Oriente Médio, que geram receios sobre interrupção na oferta.

Agencia Estado

18 de junho de 2013 | 17h00

O contrato de petróleo mais negociado, com entrega para julho, ganhou US$ 0,67 (0,69%), encerrando a US$ 98,44 o barril. Na plataforma eletrônica ICE, o barril do petróleo do tipo Brent para agosto teve alta de US$ 0,55 (0,52%), para US$ 106,02.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) nos Estados Unidos subiu 0,1% em termos sazonalmente ajustados em maio ante abril, segundo o Departamento do Trabalho. Economistas consultados pela Dow Jones previam alta de 0,2%. Enquanto isso, as construções iniciadas de moradias subiram 6,8% no mês passado, para uma taxa anual ajustada sazonalmente de 914 mil. Apesar da elevação vista em maio, economistas consultados pela Dow Jones previam um acréscimo consideravelmente maior, de 11,4%.

Analistas esperam o relatório do American Petroleum Institute (API) sobre os estoques semanais de petróleo, que será divulgado às 17h30 (horário de Brasília), e o estudo do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) do governo norte-americano, que sai na quarta-feira, 19. Os especialistas preveem uma redução de 1 milhão de barris nos estoques de petróleo bruto, segundo uma pesquisa da Platts.

A Síria também está no foco dos participantes do mercado, após os EUA anunciarem na semana passada que vão aumentar a ajuda para os rebeldes que tentam derrubar o governo do presidente Bashar al-Assad. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, foi pressionado nos dois últimos dias pelos líderes do G-8, que se encontraram na Irlanda do Norte.

Segundo analistas do banco alemão Commerzbank, as tensões geopolíticas na Síria e também na Turquia têm ajudado os preços do petróleo. "A Síria e a Turquia podem não ser produtores significativos de petróleo, mas têm papel importante na estabilidade geral da região". Fonte: Dow Jones Newswires.

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