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Petróleo termina semana volátil em alta

Os mercados de petróleo se recuperaram nesta semana depois da onda de vendas da semana anterior e de um início muito nervoso na segunda-feira, quando a volatilidade abalou os mercados de metais e energia. As fortes oscilações de preço levaram muitos investidores a ficar nos bastidores, o que manteve os volumes reduzidos antes do feriado prolongado nos EUA e no Reino Unido, principais mercados de commodities do mundo. Os preços do petróleo subiram de novo acima de US$ 70,00 o barril, com os operadores voltando sua atenção para a próxima temporada de furacões no Caribe e Golfo do México. Em Londres, o barril do Brent para entrega em julho caiu US$ 0,04 para US$ 70,67 no fim da sessão, mas ficou mais de 2,5% acima do patamar do fim da semana passada. O preço do Brent, no entanto, está mais de US$ 4,00 abaixo de seu recorde de US$ 74,97 o barril, atingido no início do mês. Em Nova York, o contrato de julho fechou em alta de US$ 0,07, em US$ 71,37, o barril. O petróleo benchmark dos EUA subiu mais de 4% na semana, mas continua US$ 4,00 abaixo do pico atingido em 24 de abril. "Não houve mudança de fundamentos esta semana, mas acho que o mercado já voltou sua atenção para a temporada de furacões e está precificando mais problemas na oferta e nas refinarias", disse o corretor de energia Lee Elliott, do Man Financial. O fim de semana prolongado pelo feriado do Memorial Day marca o começo extra-oficial das viagens de verão, quando a demanda por gasolina sobe para o pico sazonal, o que, por sua vez, tem grande impacto nos mercados de petróleo, uma vez que os motoristas norte-americanos respondem por cerca de 9% da demanda global de petróleo. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), a gasolina para junho subiu 1,96 centavos de dólar para US$ 2,124 o galão, uma alta de mais de 4% na semana e mais de 25% em relação ao início da temporada de viagens de verão do ano passado. Na próxima semana, o mercado de petróleo vai também centrar foco na reunião ministerial da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) em Caracas, onde o cartel deve manter seu nível de produção inalterado. "A situação do mercado não justifica um aumento do teto da Opep", disse o ministro de Energia da Argélia, Chakib Khelil. Fonte: www.FT.com

Agencia Estado,

26 de maio de 2006 | 17h03

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