Petróleo tipo brent opera perto da máxima

O petróleo tipo brent opera perto da máxima em sete semanas nesta manhã, em meio à retomada de manifestações de trabalhadores em terminais de petróleo e portos na Líbia, que ameaça a oferta do país. Já na Nymex, os contratos futuros, menos influenciados por fatores geopolíticos, estão em queda.

Agencia Estado

27 de novembro de 2013 | 09h49

"Petroleiros na cidade portuária de Benghazi, no leste da Líbia, entraram em greve na terça-feira, 26, após os conflitos ocorridos no dia anterior entre tropas regulares e militantes islâmicos", comentaram analistas do Commerzbank em nota a clientes, lembrando que a maioria dos campos de petróleo e terminais de exportação líbios fica no leste do país.

Com o avanço do brent, a diferença de preço entre o contrato negociado na plataforma eletrônica ICE, em Londres, e o da Nymex se alargou para seu maior nível desde março. Como não é exportado, o petróleo bruto dos EUA está menos sujeito a pressões de eventos geopolíticos.

Além disso, os EUA continuam bem abastecidos. Ontem, o American Petroleum Institute (API) divulgou um aumento inesperadamente forte de 6,9 milhões de barris nos estoques norte-americanos de petróleo na semana passada. No começo da tarde, será a vez do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos EUA divulgar números oficiais dos estoques.

Às 9h40 (de Brasília), o brent para janeiro subia 0,39% na ICE, a US$ 111,31 por barril, enquanto o contrato para janeiro negociado na Nymex caía 0,44%, a US$ 93,27 por barril. Fonte: Dow Jones Newswires.

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