Pólo petroquímico do RJ não deve operar antes de 2014, diz Ultrapar

O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Ultrapar, Fabio Schvartsman, disse hoje que ainda é cedo para analisar o impacto da entrada em operação do complexo petroquímico do Rio de Janeiro, no qual a companhia é sócia junto a Petrobras e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no mercado de eteno. Segundo ele, o complexo não deve entrar em operação antes de 2014. "Se o cronograma atual for cumprido, o projeto do Rio não entrará em operação antes de 2014. Então, estamos no longuíssimo prazo", afirmou. Conforme Schvartsman, o investimento acaba de entrar em sua terceira etapa, a de projeto básico.Em relação a investimentos, o diretor ressaltou que a Ultrapar segue em pleno vapor e em busca de oportunidades de aquisição. "A companhia continua buscando, com a maior determinação, aquisições que vão permitir sua futura expansão", afirmou.No plano internacional, o grupo fez uma oferta pelo braço de oleoquímicos e surfactantes, a Uniquema, da britânica ICI, que em meados de julho foi adquirida pela Croda International. No segundo trimestre, os investimentos consolidados da companhia totalizaram R$ 81 milhões.

Agencia Estado,

07 de agosto de 2006 | 12h25

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