Preço do cobre fecha sem direção comum

Na LME, o contrato do cobre para três meses fechou em baixa de 0,36%, a US$ 9.805,00 por tonelada

Gustavo Nicoletta, da Agência Estado ,

17 de fevereiro de 2011 | 18h15

Os preços dos contratos futuros do cobre fecharam em direções divergentes, pressionados pela perspectiva de que os preços estão muito altos quando comparados aos fundamentos do mercado do metal, mas impulsionados por dados que mostraram um aumento na atividade industrial da Filadélfia para o maior nível desde janeiro de 2004.

Na rodada livre de negócios (kerb) da tarde da London Metal Exchange (LME) o contrato do cobre para três meses fechou em baixa de US$ 36,00, ou 0,36%, a US$ 9.805,00 por tonelada. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do cobre para março subiu US$ 0,0140, ou 0,31%, para US$ 4,4840 por libra-peso.

O quadro dos fundamentos do mercado de cobre foi enfraquecido por um aumento de 1.400 toneladas nos estoques do metal na LME e pelos recentes sinais de inflação. Apesar disso, o aumento do índice de atividade industrial do Federal Reserve para 35,9 em fevereiro, de 19,3 em janeiro, serviu como argumento para que os preços do cobre subissem em Nova York.

Entre outros metais básicos negociados na LME, o contrato do chumbo para três meses fechou em queda de US$ 8,00, a US$ 2.584,00 por tonelada, enquanto o contrato do zinco avançou US$ 25,00, para US$ 2.511,00 por tonelada. O contrato do alumínio subiu US$ 8,00, para US$ 2.512,00 por tonelada. O contrato do níquel perdeu US$ 90,00 e encerrou a sessão a US$ 28.485,00 por tonelada. O contrato do estanho fechou em baixa de US$ 870,00 a US$ 31.625,00 por tonelada.

No mercado de metais preciosos, o contrato do ouro para abril negociado na Comex subiu US$ 10,00, ou 0,73%, para US$ 1.385,10 por onça-troy, após dados mais fracos que o previsto sobre os pedidos de auxílio-desemprego nos EUA aumentarem levemente a aversão ao risco do mercado.

Segundo dados do Departamento do Trabalho dos EUA, o número de norte-americanos que entraram pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego aumentou 25 mil na semana até 12 de fevereiro, enquanto economistas ouvidos pela Dow Jones esperavam alta de 17 mil solicitações. As informações são da Dow Jones.

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