Presidente do BC da Alemanha defende alta nos salários

O presidente do Bundesbank, o Banco Central da Alemanha, defendeu um crescimento de 3% nos salários do país. Jens Weidmann, que também é membro do conselho do Banco Central Europeu (BCE), afirmou em entrevista ao Frankfurter Allgemeine Zeitung que um salário mais forte é positivo em meio a um cenário de virtualmente pleno emprego em alguns setores e regiões do país. Ele também lembrou que frequentemente reportagens mostram a falta de trabalhadores qualificados.

AE, Agência Estado

30 de julho de 2014 | 01h25

Para ele, o crescimento de 3% poderia ser um ponto de referência, com base em uma taxa de inflação um pouco abaixo de 2% no médio prazo e com ganhos de produtividade de 1%. Os comentários de Weidmann ao jornal vão em linha com propostas elaboradas pelos economistas do Bundesbank e do BCE.

Ele também alertou para os riscos de compras de título lastreado em ativos (ABS, na sigla em inglês) pelo BCE e por outros bancos centrais. Weidmann declarou que essas compras podem ser problemáticas se os bancos centrais assumirem os elevados riscos que eventualmente seriam transferidos para os contribuintes, enquanto o lucro dos empréstimos ficariam com os bancos. Fonte: Dow Jones Newswires.

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