Queda do dólar puxa perspectiva de Bear Sterns para ADRs de bancos

O banco de investimentos Bear Stearns elevou o preço-alvo das ações de bancos brasileiros para este ano em 14%, em média. A nova estimativa reflete a revisão das projeções do banco para a cotação do dólar. Em relatório, os analistas Jason Mollin e Juan Partida informaram que agora projetam o dólar a R$ 2,15 no final de 2006, ante previsão anterior de R$ 2,45 por dólar. Para 2007, a equipe de analistas do Bear Stearns reduziu sua estimativa de R$ 2,55/US$ para R$ 2,30/US$. O preço-alvo dos ADRs (papéis negociados no mercado dos Estados Unidos que correspondem à ação da empresa ou instituição financeira aqui no Brasil) do Bradesco passou de US$ 39,23 para US$ 44,38. O novo valor representa potencial de alta de 9% em relação a cotação de fechamento do papel na segunda-feira em Nova York. O preço-alvo do Itaú foi revisado de US$ 31,14 para US$ 35,72, com potencial de alta de 12%. O Unibanco subiu de US$ 75,02 para US$ 86,19, com potencial de acréscimo de 2%, enquanto o do Banco do Brasil foi elevado de US$ 23,70 para US$ 26,51.

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