Ranking: Bernardo defende que CPMF e DRU deixem de ser transitórios

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse hoje à Agência Estado que é fundamental tirar o caráter transitório da CPMF e da DRU, mecanismos que expiram no final do ano que vem. Segundo o ministro, a DRU (Desvinculação das Receitas da União ) é um mecanismo que dá flexibilidade ao Governo e a CPMF, além de recursos, permite a fiscalização da movimentação financeira. Bernardo defendeu que a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) seja permanente, mas que se estabeleça um patamar para redução da alíquota a níveis menores do que os atuais em um prazo de até oito anos. Para a DRU, o ministro também defende o fim da transitoriedade. "Nas condições atuais, o governo não pode abrir mão desses mecanismos", afirmou, após o encerramento do evento Destaques Empresas 2005, da Agência Estado. O ministro acredita na vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas próximas eleições, e afirmou que é desafio do novo governo discutir a renovação dos dois instrumentos.

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