Remessas de dividendos puxam dólar para cima

Depois de abrir em baixa, a taxa de câmbio inverteu o sinal e opera com o dólar em alta. Segundo um operador, a principal justificativa para a valorização da moeda norte-americana esta manhã está nas remessas de divisas para o exterior. ?Com o patamar baixo, as empresas estão aproveitando para pagar dividendos, que neste mês estão em patamares elevados?. Às 11h04, o dólar à vista negociado no pregão viva-voz da BM&F subia 0,09%, a R$ 2,123, depois de abrir a R$ 2,114 (-0,33%) e atingir a máxima de R$ 2,124. Já o dólar comercial subia, no mesmo horário, 0,14%, a R$ 2,1240, na máxima, depois de abrir a R$ 2,117 (que foi a taxa mínima do dia até agora). Em Nova York, os juros dos títulos americanos recuavam: o papel de 10 anos rende 4,9944% e o de 30 anos, 5,0731%. O contrato futuro de petróleo com vencimento em junho também registrava baixa. Na Nymex (principal bolsa de energia e matérias-primas dos EUA), o petróleo valia US$ 74,15 o barril às 11h07, logo após o início da sessão regular. Mais cedo, no pregão eletrônico, o petróleo de junho chegou a ser negociado a US$ 75,25 o barril.

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