Steinbruch se diz angustiado com perspectiva de recessão

Steinbruch se diz angustiado com perspectiva de recessão

Segundo o presidente da Fiesp, o "desconforto" está presente em todos os setores da economia

RICARDO LEOPOLDO E FRANCISCO CARLOS DE ASSIS, Estadão Conteúdo

15 de setembro de 2014 | 10h28

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, disse nesta segunda-feira, 15, que "talvez eu seja o mais angustiado" entre os presentes no Fórum de Economia realizado na Fundação Getúlio Vargas (FGV), com acadêmicos, empresários e representantes dos trabalhadores. "O que angustia é a perspectiva de recessão, desemprego e falta de investimento", comentou, referindo-se ao Brasil.

"Existe uma divergência entre o que percebemos que é realidade com os números apresentados pelo governo e economistas, que não refletem a realidade da produção e do emprego", destacou o presidente da Fiesp. "Causa tremenda agonia e torna talvez pessimista com os dias que estamos vivendo. Não falo só da indústria, mas de todos os outros setores. Esse desconforto está presente em todos eles. A verdade é que o desconforto e o descontentamento está presente em tudo."

Ele destacou que o seu objetivo é contribuir com o governo com ideias sobre a política econômica, não para gerar críticas, para colaborar de forma construtiva.

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