Taxas futuras abrem perto da estabilidade à da Selic

Os juros futuros abriram bem perto dos ajustes anteriores mostrando quase um consenso no mercado de que, após nove altas consecutivas desde abril de 2013, a taxa básica de juros da economia brasileira deve ficar estável na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que termina hoje. As quedas na confiança da indústria (-5,1%) e do setor de serviços (-5,7%) em maio ante abril, anunciadas mais cedo pela FGV, fortalecem essa aposta e também devem servir de argumento para o Copom justificar sua decisão na ata da reunião, que será divulgada na quinta-feira da semana que vem.

SILVANA ROCHA, Agencia Estado

28 de maio de 2014 | 10h18

De 85 instituições consultadas pelo AE Projeções em 22 de maio, os economistas de 76 delas esperam que a Selic permaneça em 11,00% ao ano neste encontro. Os nove economistas restantes acreditam que o Banco Central (BC) dará um novo aumento de 0,25 ponto porcentual nos juros, com a taxa indo a 11,25% ao ano.

Ontem, as apostas na estabilidade da Selic seguiram rondando o patamar de 80% e os investidores aguardam, no comunicado, pistas sobre quais podem ser os próximos passos do BC e o que estaria no radar da autoridade monetária.

Na BM&FBovespa, às 9h30, o DI para janeiro de 2017 tinha taxa de 11,85%, de 11,89% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2021 estava a 12,28%, de 12,30% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2015 tinha taxa de 10,90%, ante 10,91% no ajuste da véspera. Em Nova York, às 9h33, o juro da T-note de 10 anos caía a 2,4910%, de 2,513% no fim da tarde de ontem.

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