Tesouro Direto bate recorde de vendas em fevereiro

Diferença entre aplicações e resgates ficou positiva em R$ 366,4 milhões, com investidores buscando, principalmente, proteção contra a inflação

Lorenna Rodrigues, O Estado de S. Paulo

20 de março de 2015 | 19h01

BRASÍLIA - As vendas líquidas dentro do programa Tesouro Direto atingiram valor recorde de R$ 366,4 milhões em fevereiro, de acordo com balanço divulgado nesta sexta-feira pelo Tesouro Nacional.

No total, o órgão vendeu R$ 544,4 milhões em títulos. Foram resgatados R$ 178,0 milhões, sendo R$ 132,7 milhões relativos às recompras e R$ 45,3 milhões referentes a vencimentos. 

Os papéis mais demandados no mês pelos investidores foram os indexados ao IPCA (Tesouro IPCA e Tesouro IPCA com juros semestrais, de acordo com a nova nomenclatura), que tiveram 54,5% de participação nas vendas totais. Títulos prefixados (Tesouro Prefixado e Tesouro Prefixado com juros semestrais) corresponderam a 20,8% do total e os indexados à taxa Selic (Tesouro Selic), a 24,7%.

As vendas de até R$ 5.000 representaram 68,3% do total e o valor médio por operação foi de R$ 11.175,93. 

Em relação ao prazo, os títulos com vencimento entre um e cinco anos foram a maioria (64%). Títulos com prazo acima de 10 anos representaram 20,7% das vendas e, entre 5 e 10 anos, 15,3%. 

O número total de investidores cadastrados até fevereiro atingiu 471.705, aumento de 21,5% nos últimos doze meses. 

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