Tóquio fecha em -1,5% e China sobe com alta do yuan

A Bolsa de Tóquio fechou em queda de 240,97 pontos (1,5%), em 15.964,46 pontos, pressionada por vendas de blue chips por estrangeiros e pelas perdas de ontem em Nova York. "Os investidores estrangeiros estão preocupados com as perspectivas de crescimento global, particularmente nos EUA", disse um operador. As ações de exportadoras nos setores de automóveis e tecnologia cederam com a retração divulgada ontem no índice de confiança dos consumidores nos EUA. A retração do dólar para abaixo de 116 ienes, ao patamar de 115 ienes, também contribuiu para pressionar o setor exportador. Na China, as ações foram impulsionadas pela apreciação do yuan. O índice Shanghai composto fechou em alta de 0,6%, em 1.306.59 pontos, acima do nível psicológico de 1.300 pontos. O dólar abriu a quarta-feira em nova mínima desde a reavaliação do yuan, em 8,0380 yuans, cedendo ainda mais durante a sessão. A queda da moeda norte-americana provocou procura por papéis do setor imobiliário. O yuan foi sustentado pelas declarações do vice-secretário do Tesouro para Assuntos Internacionais dos EUA, Timothy Adams, que reiterou a opinião norte-americana de que a China precisa introduzir política de câmbio mais flexível. Ele deixou ontem a China e foi para o Japão. O dólar fechou em 8,0369 yuans no sistema de preços automáticos, depois de oscilar entre 8,0380 yuans e 8,0365 yuans. A bolsa de Hong Kong fechou em queda de 0,6%. A de Taiwan fechou em alta de 0,79% e a da Coréia do Sul terminou o dia em baixa de 0,24%.

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