Tóquio sobe 0,9% após investidor ignorar meta da China

A Bolsa de Tóquio fechou em alta, ajudada pelo alívio diante do fato de que a redução da meta de crescimento da China não afastou os investidores nas demais bolsas da Ásia. Ao mesmo tempo, ambiciosos planos de consolidação do Mizuho Financial Group deram forte impulso às ações das corretoras do grupo. O Nikkei 225 subiu 97,33 pontos, ou 0,9%, e fechou aos 10.624,09 pontos.

HÉLIO BARBOZA, Agencia Estado

28 de fevereiro de 2011 | 07h37

O mercado abriu no território negativo, uma vez que o iene continuava a mostrar sinais de firmeza contra suas rivais estrangeiras, e também diante da inquietação sobre como as bolsas chinesas reagiriam à notícia de que a meta de crescimento econômico anual da China será de 7% no período 2011-2015, abaixo dos 7,5% que eram a meta no último quinquênio. Mas as preocupações se revelaram exageradas, já que a Bolsa de Xangai e várias outras bolsas asiáticas resistiram, o que puxou o movimento de compras no mercado futuro e, consequentemente, no mercado à vista.

Segundo o "chairman" da Investrust, Hiroyuki Fukunaga, apesar de os dados da produção industrial do Japão em janeiro terem saído abaixo do esperado e pesarem no sentimento do mercado no começo dos negócios, os investidores voltaram a comprar contratos futuros ante a força da boa resistência técnica do índice acima dos 10.400 pontos. A produção industrial de janeiro cresceu 2,4% em relação à de dezembro, em números ajustados sazonalmente, abaixo dos 3,8% estimados numa pesquisa das agências Dow Jones e Nikkei. Embora menor do que a esperada, a leitura ainda mostrou a produção em alta, um sinal positivo. As informações são da Dow Jones

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