Tóquio sobe 1,4% com indústria pesada e exportador

A Bolsa de Tóquio alcançou nesta segunda-feira seu maior nível de fechamento dos últimos três meses e meio, estimulada pela divulgação de dados relativos aos investimentos em bens de capital, o que impulsionou as ações das indústrias de maquinários. O mercado também apostou nos papéis das empresas exportadoras, devido à confiança de que o Fed não aumentará as taxas de juros nos EUA neste mês. O índice Nikkei 225 subiu 1,4% e alcançou 16.358,07 pontos, o maior nível de fechamento desde 15 de maio. ?Diante dos dados de emprego em agosto, é improvável que [o Fed] aumente as taxas de juros em sua próxima reunião?, opinou Hitoshi Yamamoto, presidente da Commerz International Capital Management no Japão. Na sexta-feira, o Departamento do Trabalho dos EUA divulgou que no mês passado foram criados 128 mil postos de trabalho não-agrícolas. O número ficou abaixo da previsão de 130 mil postos de trabalho, apesar de ter superado o total de julho, quando foram criados 121 mil postos. Essa expansão suave do mercado de trabalho alimentou a expectativa de que o Fed mantenha inalterada a taxa de juros neste mês, beneficiando os exportadores que dependem do mercado norte-americano. Entre as empresas exportadoras, Canon ganhou 2,4% e Nikon, 2,3%. Antes da abertura da Bolsa, o governo japonês informou que os investimentos em bens de capital aumentaram 16,6% no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. O dado fez o mercado prever que a indústria de maquinários terá resultados expressivos. Famuc obteve valorização de 3,6% e a Sumitomo Indústria Pesada avançou 2%. (As informações são da Dow Jones)

Agencia Estado,

04 de setembro de 2006 | 07h10

Tudo o que sabemos sobre:
finanças

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.