Tóquio sobe com fortalecimento do dólar

O índice Nikkei ganhou 1,2% e terminou a sessão com 14.311,98 pontos

AE, Agencia Estado

28 de maio de 2013 | 04h53

As ações na Bolsa de Tóquio fecharam em alta nesta terça-feira, uma vez que o fortalecimento do dólar ajudou exportadores como a Toyota Motor e a Kyocera. O índice Nikkei ganhou 1,2% e terminou a sessão com 14.311,98 pontos.

O volume de operações foi forte, com 4,2 bilhões de ações negociadas no valor de 3,18 trilhões de ienes, apesar da ausência de investidores estrangeiros, devido aos mercados fechados na segunda-feira em Nova York e Londres.

A sessão, no entanto, foi marcada por falta de convicção antes de o dólar começar a ganhar impulso. O dólar mudava de mãos em torno 101,98 ienes no horário de fechamento da Bolsa de Tóquio, bem acima dos 101,06 registrados no fim da tarde de segunda-feira.

"A recuperação técnica do mercado, por si só, não é necessariamente um sinal de otimismo, mas é, contudo, um sinal de retorno à normalidade", disse Naoki Fujiwara, gestor de fundos da Shinkin Asset Management.

O índice Nikkei recuperou alguma estabilidade quando a volatilidade começou a se dissipar, disseram estrategistas. A variação intraday de terça-feira ficou em 456 pontos, contra 585 pontos de segunda-feira e mais de 1.000 pontos na quinta-feira e na sexta-feira.

O mercado continuou conduzido por futuros nesta terça-feira, com ações pesos pesados como a Fast Retailing e a KDDI registrando ganhos sólidos. A dupla fechou em alta de 2,3% e 1,1%, respectivamente.

Entre os exportadores, a Toyota e a Kyocera avançaram 4,9% e 2,8%, respectivamente.

Interesse dos investidores de varejo ajudou a levar ações menores de volta para suas médias móveis. A Mitsubishi Motors subiu 14% e a Taiyo Yuden ganhou 7,7%.

A Mitsubishi Motors e a Tokyo Electric Power foram as empresas mais comercializadas em Tóquio, com mais de 406 milhões de ações de cada uma mudando de mãos na sessão. As informações são da Dow Jones.

Tudo o que sabemos sobre:
japãobolsafechamento

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.