Volatilidade de ações da Gol deve prosseguir com alta do petróleo

O vice-presidente Financeiro da Gol, Richard Lark, declarou hoje, em teleconferência, que a volatilidade das ações da Gol deve prosseguir, devido principalmente a fatores que afetam o setor aéreo, como o aumento do preço do petróleo, com impacto no querosene de aviação. "As ações estão tendo muita volatilidade no mercado brasileiro e isso vem das influências dos papéis das empresas aéreas internacionais, do Risco Brasil e do petróleo. Também sentimos um grande efeito da variação do câmbio". De acordo com Lark, os últimos financiamentos de longo prazo foram feitos para permitir o crescimento da empresa com baixo custo de capital e será uma estratégia permanente. "Queremos captar sempre à frente da necessidade". Não há, porém, prazo para novas captações no mercado ou novos empréstimos. Os financiamentos de longo prazo tomados recentemente foram a emissão de US$ 200 milhões de bônus perpétuos; obtenção de R$ 75 milhões de empréstimo do BNDES (prazo de seis anos de pagamento) e US$ 50 milhões de crédito junto ao IFC (sete anos para pagamento). De acordo com Lark, os recursos do BNDES serão usados para investimentos no novo Centro de Manutenção da empresa em Confins (MG) e para melhorias na área de tecnologia de informação. Já o empréstimo do IFC será usado para compra de peças e manutenção das aeronaves.

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