Wall Street abre em baixa, de olho na alta do petróleo

O petróleo deve orientar os negócios nas primeiras horas do pregão das bolsas norte-americanas, diante da possibilidade de a commodity testar o patamar de US$ 75,00 o barril, se os relatórios sobre os níveis de estoques norte-americanos mostrarem queda maior do que a prevista nas reservas. Os informes do governo americano sobre o petróleo saem hoje às 11h30. O índice Dow Jones da Bolsa de Nova York abriu em baixa e caía 0,10% às 10h45. O índice Nasdaq segue a mesma linha e recua 0,23%. A queda no início das negociações está em grande parte relacionada a ajuste da alta de ontem e à ausência de eventos com real capacidade para mover as posições dos investidores. A divulgação do déficit comercial norte-americano em maio, de US$ 63,84 bilhões, praticamente não alterou o comportamento dos índices. Os investidores continuaram expressando preocupação com os balanços que estão por vir. Ontem, o mercado acionário caiu na maior parte do dia com a divulgação de vendas abaixo da esperada pela Alcoa e com o alerta de resultado da Lucent Technologies. Nesta manhã, os papéis da Genentech caíram 3,4% no pré-mercado, depois de a companhia biofarmacêutica informar vendas abaixo do previsto de seu principal medicamento para tratamento de câncer, o Avastin. As ações da empresa tiveram recomendação reduzida por dois bancos de investimento. A Genentech informou ontem, depois do fechamento, que seu lucro líquido subiu 79% no segundo trimestre, para US$ 531 milhões ou US$ 0,49 por ação. Segundo a empresa, as vendas de Avastin atingiram US$ 423 milhões no segundo trimestre, abaixo das previsões do mercado de US$ 439 milhões. As ações da Microsoft cederam 0,9%, depois de ser multada em US$ 375 milhões pelas autoridades européias pelo não cumprimento de uma sentença de 2004 antitruste. As informações são da Dow Jones e agências internacionais.

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