Wall Street reduz perdas, mas Bolsas ainda caem mais de 1%

A rodada de dados sobre a economia norte-americana divulgados no final da manhã reduz apenas parcialmente as fortes perdas nos mercados acionários de Nova York hoje. Os dados são insuficientes para aliviar a tensão provocada pelo tombo de quase 9% da Bolsa da China e pela divulgação de dados negativos de encomendas de bens duráveis em janeiro nos EUA. Às 12h24, o índice Dow Jones caía 1,07%. O Nasdaq recuava 1,54%. O dólar desvalorizava-se em 1,13% ante a moeda japonesa, cotado a 119,08 ienes. O euro sobe 0,36%, cotado a US$ 1,3230. Na Europa, as principais bolsas de valores seguem com perdas superiores a 2%. As vendas de imóveis residenciais usados subiram 3% em janeiro nos EUA, acima do aumento de 0,5% previsto por economistas. Mas a alta foi motivada por corte nos preços dos imóveis vendidos, o que pode ofuscar o impacto da expansão das vendas. O preço médio das residências estava em US$ 210.600,00 em janeiro, abaixo de US$ 221.600,00 em dezembro e de US$ 217.400,00 em janeiro do ano passado. A Conference Board informou que seu índice de confiança do consumidor norte-americano de fevereiro subiu de 110,2 para 112,5, contrastando com os prognósticos de queda para 108. O nível de confiança é o mais elevado em cinco anos e meio. Mais cedo, o Departamento do Comércio dos EUA informou que o indicador de encomendas de bens duráveis de janeiro apresentou queda de 7,8%, para US$ 203,90 bilhões, um declínio bem mais profundo do que o esperado pelos analistas. A mediana das estimativas de 21 economistas entrevistados pela Dow Jones era de declínio de 3,2% em janeiro. Com informações da agência Dow Jones.

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