Weg importa aço longo e melhora negociação com siderúrgicas

O gerente de Relações com Investidores da Weg, Luiz Fernando Oliveira, declarou que a Weg realizou este ano "importações de aço longo em volumes pouco significativos", mas ressaltou que o mais importante não foi a quantidade trazida e sim o efeito da decisão sobre as negociações de preços com as siderúrgicas do Brasil. "Quando você importa, tem negociações melhores", disse.A companhia tem unidades fabris em vários países e, segundo ele, avalia continuamente as oportunidades de fornecimento. Além de sete fábricas no Brasil, ela tem unidades na América do Sul, América do Norte, Europa e Ásia.O diretor de Relações com Investidores da Weg, Alidor Lueders, declarou que a empresa já se beneficiou da importação de aço por meio de draw back (quando o exportador importa material com isenção de impostos para fabricar produtos a serem vendidos no mercado externo).Oliveira disse que o preço do aço este ano está muito menos volátil do que em 2005 e não quis comentar se esperava novos aumentos. "Neste ano, o valor foi mais estável; o que importa para manter a margem não é nível absoluto do custo, mas sim a volatilidade; mantido o cenário atual em relação ao preço do aço, não haverá problemas para a margem bruta", disse. A margem bruta da Weg no segundo trimestre foi de 35%, alta frente aos 31% do segundo trimestre de 2005.

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