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A hora e a vez das bicicletas

Na maioria dos serviços de compartilhamento de bicicletas, a pessoa usa um aplicativo de smartphone para liberar uma bicicleta para uso

O Estado de S.Paulo

17 Março 2018 | 05h00

A febre de compartilhamento de bicicletas que tomou a China nos últimos dois anos está ganhando velocidade nos Estados Unidos. Diversas startups locais e também de outros países, como a China, estão oferecendo o serviço no país. Mas, por enquanto, elas ainda enfrentam regras rígidas dos municípios.

Na maioria dos serviços de compartilhamento de bicicletas, a pessoa usa um aplicativo de smartphone para liberar uma bicicleta para uso; o valor do aluguel é debitado no cartão de crédito e o usuário pode deixar a bicicleta em seu local de destino.

Leis. Contudo, as regras impostas por prefeituras para esses serviços ainda impedem sua expansão rápida. A Mobike, uma das gigantes chinesas do setor, lançou seu serviço em apenas cinco cidades americanas até agora. A Ofo, sua rival, não lançará o serviço em novas cidades sem a aprovação das prefeituras. Hoje, a empresa está presente em 25 cidades americanas.

“É definitivamente mais difícil operar esse tipo de serviço nos EUA do que é na China”, afirma Toby Sun, cofundador e presidente executivo da startup LimeBike, que colocou as primeiras “bikes” nas ruas em junho.

Os entraves, até agora, não têm afastado os investidores, que têm apostado em startups com soluções para fazer a última milha – transporte entre a estação de metrô ou ponto de ônibus até as residências. A LimeBike, por exemplo, acumula aportes da ordem de US$ 132 milhões até o momento./ REUTERS

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