nova s/b/ Divulgação
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A nova/sb vê fortalecimento do papel do governo no Brasil

Especializada no setor público, agência acredita que tendência iniciada na pandemia não deve ser revertida

André Jankavski, O Estado de S.Paulo

17 de janeiro de 2022 | 05h00

Com a pandemia, os governos de todo o planeta foram pressionados a criar soluções a fim de garantir a sobrevivência de boa parte da população mundial e também das empresas. Com a economia paralisada, surgiram programas de assistência social, além de diversas iniciativas para aliviar o caixa e trazer mais crédito para as companhias. No Brasil, não foi diferente – e esse tema deve continuar em alta em 2022. 

A agência nova/sb, especializada na comunicação de governos e órgãos públicos, logo percebeu que a sua forma de comunicar as ações dos seus clientes mudou e passou a ser muito mais próxima do seu público.

Nelson Vilalva, presidente da nova/sb, cita o trabalho que a agência fez com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Segundo ele, o órgão de fomento às PMEs mudou a forma de se comunicar com os empresários. Se antes a figura do consultor era mais presente, agora o Sebrae se tornou um “hub” de conteúdo para ajudar as empresas a passarem por um momento tão delicado.

“O Sebrae, agora, é uma usina de conteúdo, que criou praticamente um modelo de ensino a distância para os empresários se reinventarem. Com isso, o Sebrae foi uma âncora muito grande para o setor que mais emprega na economia brasileira”, diz Vilalva.

Mas o executivo chama a atenção para um fator específico: a intenção e a preocupação do Sebrae eram “de verdade”. Em um momento em que as empresas tentam entender os conceitos e a importância do ESG (sigla em inglês para as áreas ambiental, social e de governança), algumas se perdem no caminho abraçando causas que não necessariamente fazem parte do DNA delas. 

Desta maneira, muitas delas acabam se perdendo em discursos vazios e, em um mundo tão digital em que as reações do público são quase instantâneas, viraram alvo dos consumidores. “Antes de embarcar em qualquer pauta e comprar uma causa, a empresa precisa entender o quanto o tema está em seu DNA. É necessário fazer uma reflexão sobre o assunto”, afirma o executivo. “Fazendo isso de maneira bem feita, se torna um diferencial nos negócios, na comunicação e na própria concepção de um produto ou serviço.” 

Com a ação de vacinação do governo federal no portfólio, Vilalva acredita que em 2022 o papel do Estado – em qualquer nível – será ainda mais importante para a recuperação econômica e da sociedade. 

De acordo com ele, 2022 será o ano no qual o amparo e a aproximação das políticas públicos com o cidadão darão a tônica para que o País ultrapasse uma nova fase da pandemia. “E o nosso papel será mostrar para o cidadão que tudo aquilo pertence a ele e está disponível”, diz. 

Eficácia

Para completar, o executivo também cobra uma atenção do mercado da audiência pela audiência como a mais importantes das métricas. Segundo Vilalva, é necessário enxergar a necessidade de se estar presente em veículos com credibilidade e uma história, e não apenas em campanhas com influenciadores e blogs. 

“O nosso mercado fechou o olho e embarcou em uma automatização quase cega e precisa observar com mais carinho e cuidado a importância de estar em um Estadão ou em uma Band, por exemplo. No fim do dia, isso tem um grande peso”, afirma o presidente da nova/sb.

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