A receita da juventude

"Cobrimos quase 90% do PIB nacional", orgulha-se o presidente de O Boticário

30 de julho de 2008 | 01h04

Os números acumulados ao longo de mais de três décadas pelo Boticário são de dar inveja, como o fato de deter a maior rede de franquias do mundo na área de cosméticos e perfumaria: 2.454 lojas, que se elevam a 2.500 se somadas às 46 unidades próprias. Em 2007, a rede toda faturou R$ 2,4 bilhões, com previsão de um acréscimo de 16% em 2008  Formas de driblar os entraves e exportar Prós e contras na hora de recorrer ao banco A hora de ganhar dinheiro O alquimista da perfumaria As principais fontes de recursos Como vender para o governo De carona na vida saudável Vida longa às empresas Para quem sonha com grandes negócios O aquecimento chega a Paraisópolis Tesoura nas despesas "Cobrimos quase 90% do PIB nacional", orgulha-se o presidente de O Boticário, Artur Grynbaum. A rede inclui 70 lojas e mil pontos distribuídos por vinte países, o que acresce àqueles 14 mil empregos em território nacional outros 1.300 no exterior, nos quatro continentes, em países como Portugal, Emirados Árabes, Estados Unidos e Austrália. Com o progressivo aumento da expectativa de vida, as pessoas estão mais preocupadas com a manutenção de uma aparência jovial. Daí o Boticário ter agora inaugurado um laboratório de biologia molecular com o Centro Universitário Positivo (Unicenp), do Paraná, em busca de respostas contra o envelhecimento da pele. O sucesso da marca é atribuído também ao relacionamento com os franqueados. "É uma relação diferenciada, em que todos participam das discussões de nossos produtos. Somos a primeira rede totalmente conectada via satélite, o que facilita muito as discussões em favor da qualidade do atendimento. A quem está pensando em abrir um negócio, o conselho. "Um empreendedor não precisa sair por aí inventando a roda. O certo é que dentro de cada empresa existem muitos empreendedores, que estão sempre buscando um diferencial. E nunca se acomodam."

Mais conteúdo sobre:
pequena empresa

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.