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Sergio Moraes/Reuters
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Ações do Itaú caem mais de 4% após divulgação de balanço

Papéis de bancos tiveram dia negativo na Bolsa paulista; após perda de clientes, Cielo registrou queda de quase 10%

Karin Sato e Wagner Gomes, O Estado de S.Paulo

31 de julho de 2018 | 23h03

As ações preferenciais do Itaú Unibanco fecharam em queda de 4,19%, cotadas a R$ 45, no pregão de ontem da B3, a Bolsa paulista, puxando os papéis de outros bancos para o terreno negativo. O banco registrou lucro líquido de R$ 6,382 bilhões no segundo trimestre, alta de 3,45% sobre igual período do ano passado, conforme resultado anunciado na segunda-feira. 

Os demais bancos também tiveram baixas ao longo do dia: o Bradesco fechou com queda nas ações ON (baixa de 1,83%, a R$ 27,88) e (redução de 1,93%, para R$ 30,53), enquanto e Banco do Brasil ON teve retração de 1,19%, para R$ 32,50. A ação do Santander Brasil, havia avançado durante todo o dia, mas acabou fechando com desvalorização de 1,11%, para R$ 36,48. Entre os grandes bancos privados, o Santander teve a maior alta no lucro no segundo trimestre no Brasil.

Para os analistas do BTG Pactual, que mantiveram a recomendação de compra da ação do Itaú, o resultado do segundo trimestre foi “decente” para o banco, mas não pode ser considerado um “evento”. Desta forma, eles classificaram o balanço como “neutro” para as ações. Eles destacaram que sempre há “expectativas altas” para o balanço de grandes bancos brasileiros, como o Itaú. 

Cielo tem maior queda do Ibovespa

A maior queda do Ibovespa, principal índice da Bolsa paulista, foi da Cielo ON, que perdeu 9,75%, para R$ 14,35, fazendo a empresa perder cerca de R$ 4 bilhões em valor de mercado. Os dados trimestrais da Cielo foram divulgados na segunda-feira, após o fechamento do mercado. 

A Cielo, controlada por Bradesco e BB, teve lucro líquido de R$ 817,5 milhões no segundo trimestre, queda de 17,8% em relação ao mesmo período de 2017. “A Cielo ainda é líder de mercado, mas sequencialmente perde participação. A companhia perdeu, por exemplo, mais de 8% da sua base de clientes. Considerando apenas um trimestre, isso é bastante”, disse Vitor Suzaki, analista da Lerosa Investimentos. 

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