Aegea prevê crescer em cenário de tarifas elevadas

A Aegea, braço de concessões em saneamento do Grupo Equipav, quer aproveitar o cenário que considera de baixa eficiência das empresas públicas que atuam no setor para crescer rapidamente. Na avaliação do presidente da Aegea, Hamilton Amadeo, o patamar de tarifas é baseado em empresas que ainda não são tão eficientes.

FERNANDA GUIMARÃES, Agencia Estado

30 de maio de 2012 | 11h14

Segundo Amadeo, a lógica do modelo de concessões aponta para um recuo das tarifas ao longo do tempo. Dessa forma, a intenção da Aegea é conseguir avançar em um momento de tarifas mais elevadas, para, segundo o executivo, "se preparar para um ambiente de maior eficiência, quando as tarifas serão menores".

O presidente da Aegea diz que a intenção da empresa não é se tornar a maior player do setor privado de saneamento no Brasil, mas acompanhar o crescimento do mercado. Entre as empresas privadas que atuam nesse setor estão a Foz, da Odebrecht, CAB Ambiental, do Grupo Galvão Engenharia e a OHL. Amadeo divulgou nesta quarta-feira os resultados da empresa, em São Paulo.

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