Air France busca resgatar o que sobrou de plano de baixo custo, greve continua

A Air France-KLM buscou nesta sexta-feira resgatar o que restou de seu plano de expansão envolvendo uma companhia aérea de baixo custo e fortalecer a autoridade de seu presidente-executivo, com a greve de pilotos franceses entrando em seu décimo segundo dia.

REUTERS

26 de setembro de 2014 | 08h32

Em comunicado, a companhia disse que a demanda sindical de que pilotos contratados pelo braço de baixo custo Transavia recebam o pagamento integral e mesmas condições dos pilotos da Air France é "totalmente contrária aos princípios deste modelo."

"O Conselho confirmou que a empresa só pode se desenvolver em condições econômicas que sejam compatíveis com o modelo de baixo custo", disse a Air France em um comunicado, reforçando que a administração tem "total apoio" do Conselho.

O presidente-executivo da empresa, Alexandre de Juniac, está sob forte pressão para dar um fim à greve, que paralisou metade dos voos da empresa, ao custo diário de até 20 milhões de euros (25,5 milhões de dólares).

Ele cedeu terreno nesta semana, primeiramente adiando planos de ter centros da Transavia fora da França empregando funcionários sob condições locais e, em seguida, abandonando esses planos completamente.

Os pilotos ainda estão esperando um contrato único. As negociações com os sindicatos devem ser retomadas nesta sexta-feira à tarde, pelo horário local, segundo porta-vozes da Air France e do sindicato de pilotos SNPL disseram nesta sexta.

(Por Andrew Callus e Gregory Blachier)

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