Charles Platiau/Reuters
Charles Platiau/Reuters

Air France lança companhia aérea de baixo custo

Joon, que terá passagens a partir de € 39 nos trechos dentro da Europa, voará inicialmente para seis cidades, entre elas Fortaleza; viagem para o Brasil vai custar a partir de € 249

O Estado de S.Paulo

25 Setembro 2017 | 10h04

A Air France lançou oficialmente nesta segunda-feira a “Joon”, sua nova companhia aérea de baixo custo, visando a atrair uma clientela mais jovem e recuperar a lucratividade de algumas rotas. A companhia  informou que a Joon começará voando para seis destinos. A partir de 1º de dezembro, a empresa terá voos para quatro cidades europeias: Barcelona, Berlim, Lisboa e Porto. A Joon voará também para Fortaleza, no Brasil, e para Seychelles a partir do fim de março do ano que vem.

As tarifas individuais para cidades europeias devem partir de  € 39, e as para o Brasil e Seychelles devem variar entre € 249 e  € 299.

A Joon contratará mil pessoas para compor sua tripulação até 2020, de acordo com o presidente executivo da Air France, Franck Terner. Ele informou ainda  que a companhia aérea inicialmente usará a aeronave A340, da Airbus,  em rotas de longa distância, e mudará para as mais modernas A350 a partir de 2019.

A Joon, que tem a geração apelidada de ‘Millennials’ como alvo, será comandada por Jean-Michel Mathieu, que esteve envolvido no projeto desde o começo e já assumiu várias posições dentro do grupo Air France-KLM.

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A Air France quer reduzir os custos para competir melhor com outras empresas aéreas do Golfo em rotas de longa distância e com companhias de baixo custo em rotas mais curtas.

Outros grupos que estão investindo em ofertas de baixo custo são IAG, dona da British Airways, a Eurowings, da alemã Lufthansa e a canadense WestJet. Enquanto isso, problemas na Ryanair ressaltaram a disputa por passageiros no setor.

Em julho, a Air France-KLM manifestou otimismo em relação aos preços para o restante do ano, após a boa demanda por viagens resultar em lucro melhor que o esperado no segundo trimestre. / REUTERS

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